A gestão de Google Ads começa antes de lançar campanhas: definimos o que deve ser medido, estruturamos a conta e usamos os dados para decidir onde vale a pena investir.
Escolher campanhas, objetivos e orçamento com base na procura real.
Garantir que as conversões representam valor para o negócio.
Dar ao algoritmo melhores sinais sem abdicar do controlo.
Quando campanhas, conversões e orçamento não seguem a mesma lógica, a conta gera atividade — mas não necessariamente crescimento.
O CPC aumenta e a conta responde apenas com mais orçamento.
Search, Shopping e Performance Max competem pelos mesmos sinais.
A plataforma otimiza para ações que nem sempre representam receita.
O trabalho começa antes da primeira alteração na conta. Percebemos o negócio, avaliamos os dados e só depois decidimos o que mudar.
Estrutura, termos de pesquisa, orçamento, tracking e qualidade dos sinais.
Objetivos, segmentação, arquitetura e papel de cada campanha.
Campanhas, anúncios, assets, extensões e controlos essenciais.
GA4, GTM, valores, leads e ações relevantes para o negócio.
Orçamento, lances, pesquisas, criativos, sinais e páginas de destino.
O que aconteceu, porque aconteceu e o que vamos fazer a seguir.
Nem todas as contas precisam de todas as campanhas. A estrutura depende da procura, do catálogo, dos dados e da fase do negócio.
Captar procura com intenção clara e mensagens alinhadas com a pesquisa.
Mostrar produto, preço e relevância antes do clique.
Escalar quando os sinais e os assets justificam maior automação.
Criar alcance ou remarketing quando existir uma função definida.
Uma campanha pode parecer eficiente e estar a otimizar para o comportamento errado. Por isso, a medição não é um extra. É parte da estratégia.
Distinguir contacto, venda, lead qualificada e microconversão.
Dar prioridade ao que gera mais valor, não apenas mais volume.
Cruzar Google Ads, GA4 e dados do negócio para decidir melhor.
Usamos as capacidades da plataforma sem tratar a automação como piloto automático. Cada decisão precisa de uma função, um sinal e um critério de avaliação.
Perceber procura, oferta, margens, histórico e capacidade de conversão.
Definir campanhas, objetivos, orçamento e relação entre canais.
Validar conversões, valores e qualidade dos dados enviados.
Ajustar com base em impacto, não em métricas isoladas.
Num grupo com três lojas online, as campanhas competiam entre si pelas mesmas pesquisas. Reorganizámos a operação para dar a cada marca um território claro e uma função própria.
Cada marca passou a concentrar-se no seu produto e intenção principal.
A estrutura reduziu competição interna e desperdício entre contas.
A separação criou sinais mais claros para otimizar e escalar.
Campanhas não resolvem uma oferta pouco clara, uma página que não converte ou um processo comercial que não acompanha as leads.
Existe procura, uma oferta definida e capacidade para responder ao crescimento.
Queres melhorar medição, eficiência e qualidade das decisões.
O objetivo é apenas gerar mais cliques sem rever tracking, oferta ou website.
Começamos pelo contexto, pela medição e pela estrutura atual. Depois mostramos-te o que deve mudar — e porquê.