Três lojas B2B, três contas de Google Ads e uma medição pouco fiável. O projeto começou por perceber o que estava errado, corrigir a base e dar a cada marca uma direção própria.
Copos, embalagens e soluções para restauração, eventos e take-away.
Google Ads, Meta Ads, medição, estrutura de produto e criativos.
Três marcas do mesmo grupo a disputar procura semelhante.
As três lojas vendiam categorias relacionadas e utilizavam campanhas semelhantes. O resultado era uma estrutura em que as marcas competiam por pesquisas, cliques e sinais que pertenciam ao mesmo negócio.
Campanhas de marcas diferentes concorriam por intenções semelhantes.
Cada conta aprendia isoladamente sem uma leitura comum da operação.
As fronteiras entre marcas e categorias não estavam suficientemente claras.
Em vez de otimizar cada conta como se fosse um negócio independente, passámos a analisar as três marcas como partes de uma única operação comercial.
Que pesquisas deviam pertencer a cada marca e que sobreposição era inevitável.
Que categorias tinham maior afinidade, ticket e capacidade de diferenciação.
Que sinais eram necessários para otimizar volume, valor e novos clientes.
Cada marca recebeu um território principal e uma função clara dentro da operação. A segmentação passou a reduzir competição interna e a concentrar aprendizagem.
Concentrar procura principal, produtos de maior rotação e categorias com escala.
Assumir embalagens ecológicas, take-away e soluções alternativas ao descartável tradicional.
Trabalhar café, cartão, papel e categorias com intenção mais específica.
A solução não foi eliminar automação, mas dar-lhe melhores fronteiras, sinais e objetivos. Cada tipo de campanha passou a ter uma função explícita.
Captar tráfego qualificado e alimentar a operação com procura relevante.
Escalar volume e valor onde existiam dados suficientes para aprendizagem.
Acompanhar receita, encomendas, novos clientes, CAC, AOV, MER e LTV.
Durante o período analisado, a operação registou crescimento relevante. Os resultados refletem a combinação entre estrutura de media, procura, mix de produto, sazonalidade e capacidade comercial.
Crescimento do volume observado ao longo do período.
Aumento da aquisição mensal de novos compradores.
Maior receita mensal registada no período analisado.
Intervalo observado na maioria dos meses antes da subida de julho.
Os melhores meses mostraram o potencial da operação. As oscilações revelaram onde o sistema ainda dependia de ticket médio, mix de produto e limites de escala.
O valor médio da encomenda variou significativamente entre meses.
Mais investimento nem sempre produziu retorno proporcional.
O próximo desafio passou a ser reduzir oscilações sem travar crescimento.
A principal aprendizagem não foi sobre uma campanha específica. Foi sobre a necessidade de ligar produto, marca, margem, procura e medição antes de escalar.
Marcas com funções claras geram sinais mais úteis e menos competição interna.
O ticket médio pode ter mais impacto na rentabilidade do que pequenas otimizações de CPC.
Orçamento deve crescer com critérios de eficiência, capacidade e margem.
Analisamos marcas, produtos, campanhas, medição e capacidade comercial para identificar onde existe sobreposição, desperdício ou espaço para crescer.