CASE STUDY · E-COMMERCE B2B MULTIMARCA

E-commerce B2B multimarca: três lojas, três contas e uma base por corrigir.

Três lojas B2B, três contas de Google Ads e uma medição pouco fiável. O projeto começou por perceber o que estava errado, corrigir a base e dar a cada marca uma direção própria.

B2B E-COMMERCE

Setor

Copos, embalagens e soluções para restauração, eventos e take-away.

MULTICANAL

Âmbito

Google Ads, Meta Ads, medição, estrutura de produto e criativos.

MULTIMARCA

Desafio

Três marcas do mesmo grupo a disputar procura semelhante.

O CONTEXTO

A estratégia inicial criava concorrência dentro do próprio grupo.

As três lojas vendiam categorias relacionadas e utilizavam campanhas semelhantes. O resultado era uma estrutura em que as marcas competiam por pesquisas, cliques e sinais que pertenciam ao mesmo negócio.

01

Sobreposição

Campanhas de marcas diferentes concorriam por intenções semelhantes.

02

Dados dispersos

Cada conta aprendia isoladamente sem uma leitura comum da operação.

03

Posicionamento difuso

As fronteiras entre marcas e categorias não estavam suficientemente claras.

O DIAGNÓSTICO

O problema não era falta de campanhas. Era falta de função.

Em vez de otimizar cada conta como se fosse um negócio independente, passámos a analisar as três marcas como partes de uma única operação comercial.

01

Procura

Que pesquisas deviam pertencer a cada marca e que sobreposição era inevitável.

02

Produto

Que categorias tinham maior afinidade, ticket e capacidade de diferenciação.

03

Dados

Que sinais eram necessários para otimizar volume, valor e novos clientes.

A ESTRATÉGIA

Tratar as três marcas como um único sistema comercial.

Cada marca recebeu um território principal e uma função clara dentro da operação. A segmentação passou a reduzir competição interna e a concentrar aprendizagem.

01

Marca de volume

Concentrar procura principal, produtos de maior rotação e categorias com escala.

02

Marca sustentável

Assumir embalagens ecológicas, take-away e soluções alternativas ao descartável tradicional.

03

Marca especializada

Trabalhar café, cartão, papel e categorias com intenção mais específica.

A INTERVENÇÃO

Estrutura suficiente para orientar. Automação suficiente para aprender.

A solução não foi eliminar automação, mas dar-lhe melhores fronteiras, sinais e objetivos. Cada tipo de campanha passou a ter uma função explícita.

01

Search e Shopping

Captar tráfego qualificado e alimentar a operação com procura relevante.

02

Performance Max

Escalar volume e valor onde existiam dados suficientes para aprendizagem.

03

Medição comum

Acompanhar receita, encomendas, novos clientes, CAC, AOV, MER e LTV.

RESULTADOS OBSERVADOS · JAN–JUL

Mais volume, mais clientes e uma leitura mais clara da rentabilidade.

Durante o período analisado, a operação registou crescimento relevante. Os resultados refletem a combinação entre estrutura de media, procura, mix de produto, sazonalidade e capacidade comercial.

ENCOMENDAS MENSAIS
396 → 800

Crescimento do volume observado ao longo do período.

NOVOS CLIENTES
180 → 404

Aumento da aquisição mensal de novos compradores.

PICO DE RECEITA
€151,6K

Maior receita mensal registada no período analisado.

CAC HABITUAL
€6,83–€8,01

Intervalo observado na maioria dos meses antes da subida de julho.

A LEITURA HONESTA

Crescimento não elimina volatilidade.

Os melhores meses mostraram o potencial da operação. As oscilações revelaram onde o sistema ainda dependia de ticket médio, mix de produto e limites de escala.

01

AOV volátil

O valor médio da encomenda variou significativamente entre meses.

02

Escala com limites

Mais investimento nem sempre produziu retorno proporcional.

03

Previsibilidade como prioridade

O próximo desafio passou a ser reduzir oscilações sem travar crescimento.

O QUE APRENDEMOS

A estrutura de media melhora quando compreende a estrutura do negócio.

A principal aprendizagem não foi sobre uma campanha específica. Foi sobre a necessidade de ligar produto, marca, margem, procura e medição antes de escalar.

01

Território reduz desperdício

Marcas com funções claras geram sinais mais úteis e menos competição interna.

02

Mix de produto move a performance

O ticket médio pode ter mais impacto na rentabilidade do que pequenas otimizações de CPC.

03

Escalar exige travões

Orçamento deve crescer com critérios de eficiência, capacidade e margem.

O TEU NEGÓCIO TAMBÉM TEM UM SISTEMA

Antes de otimizar campanhas, percebe o que está a competir dentro da operação.

Analisamos marcas, produtos, campanhas, medição e capacidade comercial para identificar onde existe sobreposição, desperdício ou espaço para crescer.